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Quotes left For the past three years, Players have been taken into the Realms of The Entity. Soon, a new experience will bring them deeper in, revealing unspoken secrets of the past, as they meet the torments of the presence. Welcome... to The Archives! A brand new feature available to all Players, which deepens the Dead by Daylight experience, with new Challenges and unique rewards issued every Mid-Chapter. Each release includes a Tome and a Rift. The Tome provides free content, unlocked by Players as they complete Challenges. Different paths lead to different rewards. It's up to the Players, what they want to unveil. The Tome is always available and can be completed at any time. And there's more... Introducing: the Rift, which provides even more free content, and, with an exclusive Rift Pass, unlock access to premium rewards. The Rift starts at the beginning of a new Tome and is only available for a limited time. After that, it will be closed for good. Each new Tome will provide new Challenges and rewards, expanding the world of Dead by Daylight. Journey deeper into The Fog this October. Quotes right
~ The Observer, Tome 1 - Awakening Reveal Trailer Narration

Tome 1 - Awakening foi o primeiro LivroIconHelp archivesCollectionIconHelp archivesCollectionIconHelp archivesCollection introduzido em Dead by DaylightIconHelp DBDlogoIconHelp DBDlogoIconHelp DBDlogo e aberto em 30 de Outubro de 2019.

Foi acompanhado pela Fenda 1, o primeiro deste tipo.

Visão geral[]

IconTome tomeI

Livro 1 adicionou novas Histórias para os seguintes Personagens:

Personagem Entrada da História
O FlageloIconHelpLoading blightIconHelpLoading blightIconHelpLoading blight A Fome
Memórias: O Alquimista
Claudette MorelSurvivorClaudetteSurvivorClaudetteSurvivorClaudette Aniversário de 8 anos da Claudette
Memórias: Claudette Morel
O CaçadorIconHelpLoading trapperIconHelpLoading trapperIconHelpLoading trapper Sangue, Latão e Cascalho
Memórias: Evan MacMillan
O ObservadorIconHelp archivesGeneralIconHelp archivesGeneralIconHelp archivesGeneral A Entidade (I)
Registros: 01, 54, 142, 557, 731
Revelações (I)
Registros: 1513, 1672, 4902


Memórias e Registros[]

O Alquimista: A Fome[]

Memória 1746[]

Ele atravessa a morte e a decadência do vácuo. Ele não sabe o próprio nome. Tudo é um borrão. Ele sente dor no estômago. Nos braços. Nas veias. Ele precisa... ele precisa encontrar uma daquelas... flores... o néctar... o doce soro que dá... forças. Forças para quê? Ele se lembra... dos assassinos... experimentos com eles. Por quê? Por que ele fazia aqueles experimentos? Ele não... se lembra. Ele causou tanto sofrimento, mas não há remorso. Ele nem sabe se deveria sentir remorso. Ele não sente nada além de uma pontada no estômago, uma fome de poder.

Memória 1747[]

Ele vê imagens do Médico. Gritos dele. A agonia dele. Se voltando contra ele. Experimentando nele, como ele havia feito com tantos outros. Onde? Aqui não. Em outro lugar. Outro mundo. Todos esses... esses... sobreviventes... perdidos de outros... mundos... Como ele sabe disso? Ele não lembra... Ele se lembra dos experimentos. O que ele estava tentando entender? O néctar? O soro? A dose certa? A dose certa... para usar sem se ferir. Tarde demais.

Memória 1748[]

Ele sente uma fome. Não de comida ou bebida. Não de contato ou entretenimento. De uma flor. Uma única flor. Do soro. Ele sabe que a Entidade o observa. Ele sabe isso. Sente nos ossos. Ele não quer ser arrastado para outro julgamento. Sofrer ou causar sofrimento. E pelo quê? O grande e terrível mistério disso tudo. Ele quer entender esse lugar. Quer mesmo. Mas ele sente que saber... saber de verdade... o deixaria louco. Loucura. Eis a essência deste lugar. A personificação da loucura. Ele não quer ser arrastado para outro julgamento. Ele quer voltar para casa. Precisa voltar para casa. Por isso estudava o soro. Isso lhe deu uma visão. Do quê? Ele não lembra.

Memória 1749[]

Casa... ele sequer lembra de onde é sua casa. Ele só se lembra do Vácuo. Centenas, talvez milhares de sobreviventes descartados. Morto, não. Nem vivo. Algo mais. Vivo, mas morto por dentro. Queimado. Sem emoções. Inútil para a Entidade. Ele se lembra... ele se lembra de se erguer do Vácuo, e de encontrar... uma flor... Essa flor foi sua salvação? A flor foi sua saída? Ele cai de joelhos e grita para o abismo, e o abismo responde com... silêncio. O silêncio é ensurdecedor, e dói. Ele se dobra. Fica de joelhos. Precisa do soro.

Memória 1750[]

Ele está perdido. Não sabe onde está. Vê tentáculos tentando alcançá-lo do fundo do nevoeiro, e sabe que isso não é real. Nada disso é. Ele está perdendo a sanidade, se é que ainda não perdeu. Seus olhos lhe pregam peças. Criaturas gigantes, inomináveis, pairam sobre ele. Não importa. Não são reais. Nada disso é. A fome o confunde. Oprime. Faria qualquer coisa para voltar a sentir aquilo. Qualquer coisa. Mesmo... voltar às provações. Faria sim. Ele faria sobreviventes e assassinos em pedaços para voltar a sentir. Ele começa a murmurar. Uma promessa... uma flor... uma flor... farei qualquer coisa...

Vídeo[]

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Claudette Morel: Aniversário de 8 Anos da Claudette[]

Memória 1087[]

Claudette tem sete anos e se sente solitária. Muito solitária. Sim, seus pais a amam. Sim, eles lhe dariam o mundo se pudessem. Mas o mundo não a quer. Ou, ao menos, é nisso que Claudette acredita. Ela só quer se encaixar. Se encaixar na escola. Se encaixar com os primos. Se encaixar com os colegas do futebol. Mas se encaixar não é tão simples quanto ser como os outros. Ela é diferente, e sabe disso. Sente-se lenta. Sem reflexos. Não é rápida o bastante para entender a professora ou acompanhar a aula. A bibliotecária diz que ela tem a "cabeça confusa". Quando fala, gagueja. Às vezes, perde o fôlego e tem dificuldade para reconhecer quando está falando muito alto. Mas, acima de tudo, a professora a deixa envergonhada. Diz que ela está nas nuvens. Sempre nas nuvens. Desça das nuvens, Claudette! Mas ela não consegue evitar. Está explorando enormes jardins e insetos coloridos em estranhos novos mundos.

Memória 1088[]

Claudette sente mais algumas coisas do que outras. Bem mais. Como a vergonha por não ser convidada para nenhuma festa de aniversário. Nenhuma. Todos os dias, seus pais perguntam com quem ela brincou no recreio, e todos os dias ela baixa o rosto e diz que não quer conversar. Seus pais conversam com a professora, que diz que ela gosta de brincar sozinha. Não é bem brincar. É mais colecionar e observar coisas. Flores. Besouros. Minhocas. Rochas. Certas crianças gostam de ficar sozinhas. Todos os dias, seus pais perguntam sobre os amigos dela, e todos os dias a vergonha volta. Eles querem que ela tenha amigos. Mais do que isso, querem uma lista de nomes para o aniversário dela. Mas ela não tem uma lista. Ela não tem sequer um único nome.

Memória 1089[]

Claudette observa um besouro enquanto seus colegas brincam de pega-pega no parquinho. Ela quer brincar, mas ninguém quer ficar perto dela. Ela não quer pensar nisso. Pensar nisso dói. Pensar nisso a lembra de que ela vai decepcionar a mãe de novo. Sua mãe só quer que ela tenha um amigo. Mas fazer um amigo não é fácil. Não para Claudette. O que ela gostaria, mais do que tudo, é que isso fosse tão fácil para ela quanto é para os outros. Ela queria ter um amigo para que seus pais se preocupassem menos. Talvez eles ficassem orgulhosos. Talvez ela devesse desistir de sua paixão por insetos e flores. Talvez isso ajudasse. Talvez então ela fosse como as outras crianças. Mas a necessidade de explorar e coletar é forte. Não está além dela. É ela.

Memória 1090[]

Claudette adora colecionar coisas, e sabe que é por isso que muitos a chamam de estranha. O pai dela diz que ela é perfeita do jeito que é. Ele conta que um homem chamado Darwin também colecionava insetos e plantas. Ele tinha uma grande imaginação, como ela. Ele costumava refletir sobre ideias e teorias, e não é que ele criou a maior de todas? Ele explica a teoria, e ela entende. O pai dela tem um jeito de pegar ideias complicadas e torná-las fáceis de entender. Darwin. Claudette gosta do nome. Ela sorri. Encara seu besouro azul e verde favorito, e o batiza… Darwin…

Memória 1091[]

A mãe de Claudette está chorando. Ela está triste porque Claudette tem problemas na escola. Suas notas estão mais baixas do que antes. Ela não entende o que está fazendo de errado. O pai diz que não está fazendo nada errado; Claudette tem uma cabeça diferente, e está tudo bem. A mãe dela não quer mais que ela colecione plantas e insetos. O pai diz que essa é a melhor parte dela, e que ele não precisa de uma filha que se encaixe em algum gráfico. Mais do que isso, ele a defende. Ele conta à mãe que as maiores dádivas que o mundo já recebeu foram doadas por aqueles que não se conformavam. Que não eram normais. Que não se encaixavam em gráficos. Tolstoi. Tesla. Einstein. Shakespeare. A mãe dela não liga. Um grito repentino escapa de seus lábios. Não quero que ela repita o ano.

Memória 1092[]

Claudette se esconde embaixo das cobertas e finge que está dormindo. Finge que não consegue ouvir a mãe gritando. A mãe quer que ela receba ajuda especial, mas seu pai não quer aliená-la. Ele tem razão. Claudette não quer que outras crianças saibam que ela precisa de ajuda especial. Vão rir dela. Ela vai descobrir as coisas. Jura que vai. Sua nova professora substituta, a Sra. Cahil, está ajudando. Muito mais do que a outra professora, que sempre dizia que ela estava nas nuvens. O pai dela diz que o estresse é a pior coisa para o desenvolvimento do cérebro de uma criança. Deixe ela em paz! Deixe ela crescer no próprio ritmo! O estresse encolhe o cérebro. Destrói a confiança. Mata a criatividade. Ele não quer que ela estude no recreio. A hora do recreio é para o crescimento real. Autêntico. Livre da pressão das provas e do medo de errar.

Memória 1093[]

A mãe de Claudette está feliz porque as notas dela estão melhorando. Como um professor pode fazer diferença. Toda a diferença. Especialmente esta professora: a sra. Cahil. Outras crianças acham ela estranha e esquisita. Mas a sra. Cahil não é estranha. Ela só entende. Ela entende porque teve dificuldades para aprender quando estudava. É por isso que ela faz todo um esforço para ajudar Claudette. Ajudá-la a entender as aulas sem aliená-la.

Memória 1094[]

Claudette está feliz porque a nova professora está ajudando. Ajudando mesmo. Ela aprende coisas novas todos os dias. Mais do que fatos e vocabulário, ela está aprendendo a aprender. Ou melhor, está aprendendo como ela aprende, e essa é a questão. Mas a professora está fazendo outra coisa. A professora está falando com ela. Está conversando sobre o "problema" dela, e sobre como este "problema" pode ser uma bênção, se ela aprender a ser bem-sucedida em um sistema que favorece um tipo de "inteligência" à custa de outras. Um sistema que desaprova correr riscos ou cometer erros, quando são justamente os riscos e os erros que permitem aprender. Aprender de verdade. Sua professora diz que ela tem paixão, e paixão é tudo.

Memória 1095[]

Claudette sabe que não é como as outras crianças, e nem precisa ser. Coisas como "gráficos padronizados" e "aluno ideal" não se aplicam a ela, e não tem problema. O molde ideal é uma prisão para quem é diferente, e sua professora a libertou. Suas notas estão melhorando, e a prova está próxima. Ela escreve, visualiza e imagina tudo o que precisa lembrar, e isso funciona. A professora certa na hora certa pode fazer toda a diferença.

Os pais dela estão orgulhosos. Muito orgulhosos. Mas sua mãe ainda queria que ela tivesse amigos. Queria que ela gostasse do que as outras garotas gostam. Os pais dela discutem em outro quarto sobre o presente de aniversário dela. A mãe quer comprar uma boneca nova. O pai acha que ela gostaria de algo mais relacionado a insetos, plantas e bactérias. A sugestão deixa a mãe transtornada. O pai a defende. Olhe para quem ela é, e não para quem você gostaria que ela fosse!

A mãe fica em silêncio. De repente, ela grita e diz que não quer que ela sofra bullying como ela sofreu. Claudette arregala os olhos. Pela primeira vez na vida... ela percebe... sua mãe também é diferente.

Memória 1096[]

Claudette fará 8 anos amanhã. Ela deveria estar ansiosa. Animada. Deveria estar contando as horas, os minutos, os segundos... Mas não. Ela teme o momento em que terá de abrir o presente. Todo ano é igual. Bonecas. Brinquedos. Bijuterias. Nada significativo para ela. Talvez este ano ela sorria e finja que não queria uma lupa, ou uma coleção de pedras, ou um conjunto de livros sobre botânica. Talvez... para facilitar as coisas... ela finja. Talvez isso deixe sua mãe menos assustada. Vê-la feliz por causa das notas foi bom. Muito bom.

Vídeo[]

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Evan MacMillan: Sangue, Latão e Cascalho[]

Memória 1235[]

Evan tem 14 anos e sabe algo que seu pai não sabe. Essa ideia é emocionante. Surpreendente. Assustadora. Há algo que seu pai não sabe. Algo que o dono de uma das minas mais lucrativas de Seattle não sabe. Seu pai gerencia os trabalhadores com punho de ferro. Não. Punho de ferro não. Manoplas de latão. Ele os chama de vermes. Vermes rastejantes. Mas está prestes a descobrir que está errado. São mais do que vermes. Muito mais. São homens. E homens, quando trabalham juntos, podem causar mudanças. Um desses homens está inspirando outros a recuperar suas vidas. Se eles se unirem, talvez possam organizar um sindicato. Com o sindicato, eles teriam direitos. Mais do que direitos: dignidade, liberdade, tempo. Tempo para passar com os amigos. Tempo para passar com a família. Tempo para serem humanos. Evan sabe algo que seu pai não sabe... e ele se sente poderoso.

Memória 1236[]

O pai de Evan o deixa para baixo. O chama de fraco. Diz que ele precisa parar de ser tão gentil com os vermes. Pare de falar com eles. Pare de ajudá-los. Deixe-os na linha. Quebre-os. Eles têm que saber quem manda. Se você der a mão, eles vão levar o braço. Eles só estão te usando! Evan sabe que é melhor não responder. Seu pai quebrou a mandíbula dele com um soco no ano passado, quando ele demonstrou fraqueza. Este ano, ele prefere não comer com um canudo. Este ano ele se contém. Morde a língua. Ele quer contar ao pai sobre o sindicato. Mas não. Ele sente vergonha. Dividido entre sua lealdade ao pai e aos amigos. Bob. Tom. Jim. Eles merecem mais.

Memória 1237[]

Evan gosta de criar coisas. Ele não é um artista, mas gosta de desenhar e esconde os esboços do pai. Desenhar é para os fracos. Vagabundos. Ciganos. Ele quer que Evan faça coisas dignas. Ele arrasta o Evan para a mina mais lucrativa. Ensina a gerenciar os vermes. Ele bota a mão na massa. Suja as mãos. É Abusivo. Violento. Brutal. A questão é... quebrá-los. Quebrar a força de vontade deles. O espírito deles. Depois de quebradas, as pessoas podem ser levadas a fazer qualquer coisa. Quebrar. Foi o que ele fez com a mãe dele. É o que está fazendo com ele. Mas... Evan ainda desenha. Desenhar é desafiar.

Memória 1238[]

Evan vê o pai gritando com um dos funcionários. O sujeito está doente. Quer ir embora. Mas não tem permissão. Se sair... perde o emprego. Evan lamenta pelo homem. Gostaria de poder fazer algo por ele. Gostaria de dizer que as coisas vão mudar. O sindicato está chegando. O sindicato está chegando, e com ele vem um bom salário e horas de trabalho justas. Mas os pulmões do homem estão pretos e o estômago dele apodreceu. Muito estresse. Muito ácido. Pouco sono. Ele desmaia. O pai não liga. Chuta seu estômago. Manda Evan arrastá-lo para fora da mina. Evan o leva para fora. Por um instante, sente nojo da fraqueza do homem, e quer acabar com o... sofrimento... desse verme. Ele está virando o pai, mas talvez isso não seja tão ruim.

Memória 1239[]

O pai de Evan o obriga a montar uma armadilha de urso em uma floresta escura. Seu pai tem obsessão por caçar ursos. Sempre teve. Sempre terá. Ele conta uma história; sempre a mesma. Evan não quer ouvir, mas não tem escolha. Seu pai estava caçando com o irmão, quando encontraram um urso pardo. O urso arrancou o braço do tio e mordeu a cabeça dele. O pai de Evan pulou nas costas do urso. Esfaqueou-o sem parar. Matou o urso. Abriu o estômago dele para recuperar a cabeça do irmão. Carregou o corpo mutilado por vinte quilômetros até a propriedade da família. Desta vez são vinte. Da última, foram dez. O pai sorri. A história muda toda vez. Às vezes, Evan se questiona se de fato havia algum urso.

Memória 1240[]

Evan sente-se inspirado como nunca antes. Furiosamente, desenha o pai vestido de urso matando seu tio. Não conheceu o tio, só de fotos. Era um filantropo. Coração mole. Desleal. Teria arruinado os negócios com salários dignos e toda essa porcaria socialista. Foi por isso ele teve que ir. Evan não tem provas, mas sabe. No fundo, sabe que o pai assassinou seu tio. Amarrou-o. Deixou-o para os ursos. Não houve faca. Nem briga. Nem honra. Apenas uma morte terrível para um verme desleal. Evan suspeita de tudo isso e ainda assim... não se sente nojo, nem vergonha. Sente outra coisa. Algo que tenta não sentir. Algo que... ele não pode admitir, nem para si mesmo.

Memória 1241[]

Evan para diante da cama do pai e o observa dormindo. Ele o odeia e o ama ao mesmo tempo. Às vezes, imagina como seria sua vida sem ele. Deve muito ao pai, ainda assim, sente-se infeliz e solitário. Ele ergue uma enorme pedra cinza, mantendo-a no ar por um longo minuto, que mais parece uma eternidade. Ele poderia ser livre. Verdadeiramente livre. Mas não. Assim não. Ele pode se libertar de outras maneiras. Acidentes acontecem. Acidentes de caça. Acidentes de mineração. Poderia atraí-lo para as entranhas da mina e acender dinamite. Jamais o pai sobreviveria. Mas, apesar de tudo, Evan não consegue. Seu amor é maior que o ódio. Ele deve demais.

Memória 1242[]

Evan desenha o pai usando uma roupa de urso enquanto afoga sua mãe. Ele nunca acreditou na história do pai. Tinha alguma coisa errada. Seus olhos. Seu sorriso. Sua falta de empatia. Ela foi arrastada pela correnteza e nunca mais foi vista. Sua mãe... era linda. Cabelo loiro. Olhos azuis. Divertida. Cheia de compaixão. O oposto do pai. Ela não foi simplesmente tomar um bano de rio uma manhã e nunca mais voltou. Ela estava no caminho dele, e ninguém fica no caminho dele, nem mesmo a família. Especialmente a família.

Obediência ou morte. Evan está cansado de obediência. Sim, ele é leal ao pai, mas também aos amigos. Eles falam com ele. Encorajam-no. Acham que é um ótimo artista. Ele tem amigos. Mas ele nunca teve amigos de verdade. O pai não permitiria. Perda de tempo. Estão usando você. Sim, ele é leal ao pai, mas também é leal aos amigos. Eles merecem mais.

Memória 1243[]

O pai de Evan o encara do outro lado da mesa de jantar. Ele sabe. Talvez não saiba, mas sente que algo está errado. Ele tem esse olhar. Um olhar que mostra que ele sabe. Evan mastiga um pedaço gordo de coelho e torce para o pai não dizer nada. Ele devia saber que não pode esconder nada. O pai dele sabe. Sempre sabe. No ano passado, Evan perdeu a calma com um homem que disse algo sobre sua mãe. Ele espancou o homem quase até a morte com um sarrafo enquanto o pai ria. As autoridades afastaram Evan. Seu pai sorriu para ele, sabendo de algo que o prórpio Evan não admitira para si: que havia gostado. Não por causa do insulto. Não porque se sentiu ameaçado. Foi porque se sentiu... Poderoso... O pai sorriu. O fruto não cai longe do pé, não é mesmo?

Memória 1244[]

Evan encontra seus desenhos em pedaços. Ele junta os pedaços. Todos estão lá, exceto um. Falta o desenho da mãe se afogando. Seu pai entra no quarto. O desespero e o medo o dominam. Ele aguarda um golpe que nunca vem. Em vez disso, seu pai diz que ele tem instinto, e instinto é tudo. Ele diz que herdou o instinto de seu lado da família. O mesmo instinto que lhe dizia que Evan estava escondendo algo.

Não finja, eu sei. Alguns dos seus amigos vermes venderam você, por centavos. Evan começa, mas não diz nada. Não consegue dizer nada. As palavras ficam presas na garganta. Ele pede desculpas. O pai não diz nada. Apenas se afasta. Evan o segue até o quarto, onde vê... o desenho de sua mãe morrendo... emoldurado acima da cama. Seu pai diz que Evan vai aprender uma importante lição amanhã. Para que ele entenda. Evan olha para o pai e sente... ódio... ódio pelos vermes que o traíram e pelo pai... respeito... não... não respeito... admiração...

Vídeo[]

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O Observador: A Entidade (I)[]

Arcus 01[]

Eu começaria do princípio, mas não sei quando foi ou há quanto tempo me colocaram nessa prisão. O que eu sei é que tenho observado e estudado o funcioNomento interno dessa Entidade que já foi... bem... uma obsessão. É irônico pensar que me sentenciaram a passar o resto da vida justamente naquilo que eu tentei destruir. A obsessão virou prisão... como todas as obsessões, eu acho.

Arcus 54[]

A atmosfera dos reinos é escura e sombria, para dizer o mínimo, mas também... mutável. Eu já disse que a atmosfera é nebulosa, às vezes enevoada, e que essa neblina parece viva. Parece conter redemoinhos e fluxos de memórias ou impressões de seres de vários mundos. É como se a Entidade absorvesse toda a energia psíquica e os pensamentos dos seres que arrebata enquanto viaja pelo universo infindável. Eu usei o Auris para estudar a névoa negra, e cheguei a três conclusões que serão essenciais para encontrar o caminho de casa. Primeiro, o nevoeiro é rico em partículas áuricas, o que me leva a crer que essa dimensão é mais consciente do que material. Segundo, posso manifestar tudo o que eu conseguir puxar das fendas no nevoeiro usando técnicas passadas pela minha família. Terceiro... A Entidade é muito mais antiga do que suspeitávamos, e a maioria das nossas teorias e conjecturas estavam erradas. A rica presença de partículas e células áuricas sugere que ela seja um dos Seres Originais: um dos Antigos.

Arcus 142[]

A Entidade é a personificação cósmica do mal. Na minha terra natal, vimos como sua mera presença vira mundos do avesso... como ela parece remover ou extinguir qualquer noção de empatia ou de compaixão das comunidades... como leva as pessoas à beira da loucura e então... bem... as força a entrar. Agora eu entendo que ela faz tudo isso para arrancar as vítimas de suas vidas e submetê-las a provações intermináveis de terror que, ao que tudo indica, é do que ela precisa para sobreviver. E essa, talvez, seja a chave para sua destruição... se é que é possível destruir um dos Antigos. Dar um fim às provações. Destruir sua capacidade de extrair o néctar sombrio das vítimas, como um cruel parasita que se alimenta de uma flor. Pelo menos, os Arquivos me proporcionam uma melhor compreensão da Entidade... por que ela se move de universo em universo, selecionando vítimas e devorando mundos como se estivesse em um buffet cósmico. O que eu ainda não descobri é se ela sente atração por mundos tomados de trevas e loucura, ou se é o catalisador de tamanha maldade.

Arcus 557[]

Todos os planos da existência são uma mistura única de partículas áuricas conscientes com partículas materiais. Quase certamente, a Entidade é consciência pura... O fato observável da existência é que o mundo material reage e muda conforme a consciência... consciência coletiva é a chave... O corpo, o lar, a provação; tudo é uma expressão da necessidade inconsciente que a Entidade tem de medo e de terror. A observação distinta dos espécimes escolhidos pela Entidade mostra que todos vieram de mundos que não conseguiram compreender a relação metafísica entre seus pensamentos e o mundo onde vivem. Isso não é por acaso, mas, a meu ver, autopreservação. Vítimas que compreendem esta verdade e aperfeiçoaram sua capacidade de se manifestar podem ser perniciosas para a Entidade. O que me leva a acreditar que A Entidade sente atração por mundos sombrios, porque a escuridão e o caos são indicadores de que os habitantes não conseguiram fazer a conexão entre consciência coletiva e a saúde de seu mundo. A conclusão, portanto, é de que a Entidade se alimenta da ignorância.

Arcus 731[]

Não dá para saber quando um dia acaba e outro começa. A torre e a biblioteca ajudam, mas é difícil esquecer a realidade da minha situação, nem que só por um momento; sei que tudo o que tenho é mentira. Tenho acesso a tudo que posso querer, mas não tenho nada. Os sobreviventes continuam a enfrentar provações contra o mais brutal dos assassinos. Continuo a investigar o nevoeiro em busca das lembranças daqueles que encontraram uma forma de escapar. Às vezes, minha pesquisa parece inútil. Mas, enfim,... se tem algo que tenho de sobra... é tempo...

Vídeo[]

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O Observador: Revelações (I)[]

Arcus 1513[]

I have used the Auris to explore the memories of an unknown survivor who comes from a world where, from what I can gather, a cult for The Entity exists. It's not a surprise, or the first time I've seen such a thing, but the memories suggest she was a detective of sorts trying to prevent a cult sacrifice before she was snatched for the trials. I'm not sure what happened to her and will have to explore the fog to unravel more.

Arcus 1672[]

I have culled imprints of a killer I have yet to observe. My best guess, judging by the nature of the crimes, is this brute is from Terra Dark. She lured men with love, robbed them of their savings and fed them to her pigs. Lovely. Efficient. And resourceful. The impressions of the memory are as follows…

…He stands framed in the doorway with flowers. A stupid smile on his dumb face. He has no sense that his days are numbered. Lonely soul made the trip for a wife. He thinks he'll get everything for a ring. Her land. Her farm. Her savings. Won't happen. Won't go as planned. Not as he planned, anyway. It didn't for all the other lonely souls who answered her classified ad. She peers at his eyes and thrills at his ignorance. His long, dumb face. His false sense of superiority. He wrote her a poem. How sweet. She'll cram it down his throat when he's convulsing on the floor. She takes his poem and asks about his money. He has it with him. Packed his savings in a bag and made the journey for a new start. He'll get more than he bargained for. Way more. To the bank with his money. To the pigs with him.

Arcus 4902[]

Life is not life in this prison, and death is not an escape. It is merely the start of a new trial and most survivors are aware they are caught in something they will never understand. Why this is all happening is no longer obvious to me. The truth is… I don't know what to believe anymore… The Entity is… not what it is… or what I thought it was…


Desafios[]

Nível 1[]

Desafios de Sobrevivente[]

  • Traga a Luz: Repair a total of 2 Generators Unknown QuestionMark
  • Salvador: Unhook 2 Survivors safely (Desbloqueia a próxima entrada para A Fome)
  • Remendado: Heal 4 Health States of any Survivor
  • Libertador: Unhook 5 Survivors safely
  • Agente Perito: Succeed at 12 Skill Checks Unknown QuestionMark
  • Isso Está Acontecendo: Get a Great result on 2 skill checks using the Perk This Is Not Happening Unknown QuestionMark (Desbloqueia a próxima entrada para A Fome)
  • Determinação de Claudette: As Claudette Morel, escape a trial (Desbloqueia a próxima entrada para Aniversário de 8 anos da Claudette)
  • Último Lugar Onde Procurar: Search 5 Chests Unknown QuestionMark
  • Rei do Saque: Search 2 Chests using the perk Plunderer's Instinct Unknown QuestionMark (Desbloqueia a próxima entrada para A Fome)
  • Chega de Totem: Cleanse 8 Totems Unknown QuestionMark
  • Empático: Completely heal 2 Health States using the Perk Empathy Unknown QuestionMark (Desbloqueia a próxima entrada para Aniversário de 8 anos da Claudette)

Desafios de Assassino[]

  • Macabro: Hook 8 Survivors
  • Ferro-velho: Damage 6 Generators
  • Obsessão Mecânica: Damage the same Generator 2 times (Desbloqueia a próxima entrada para Blood, Brass and Grit)
  • Quebrador Brutal: Damage a Generator or destroy a dropped Pallet 4 times using the Perk Força Brutal IconPerks brutalStrength. (Desbloqueia a próxima entrada para Blood, Brass and Grit)
  • Mandíbulas Vorazes: Catch a Survivor in a Bear Trap 2 times as O Caçador (Desbloqueia a próxima entrada para Blood, Brass and Grit)
  • Triunfo Sombrio: Sacrifique 1 Sobrevivente para A Entidade durante o Colapso da Reta Final (Desbloqueia a próxima entrada para A Fome)
  • Reverente: Sacrifique 5 Sobreviventes para a Entidade
  • Ninguém Vai Sobreviver: Kill all Survivors in a Trial 1 time (Desbloqueia a próxima entrada para A Fome)

Desafios Gerais[]

Amuleto de Conclusão[]

Ícone Nome Raridade Descrição
RW 001 Olho Interno Incomum Uma frequência misteriosa desperta o olho interno de quem busca a verdade.


Nível 2[]

Desafios de Sobrevivente[]

  • Serviço de Autocura: Heal yourself a total of 2 Health States while using Self-Care. (Desbloqueia a próxima entrada para Aniversário de 8 anos da Claudette)
  • By Any Means Necessary: Drop 15 pallets while being chased by the killer.
  • Appeal To Heal: Fully deplete 6 med-kits.
  • Generosity: Heal a total of 10 Health States of other survivors.
  • Bring The Light: Repair a total of 15 Generators Unknown QuestionMark.
  • Blood Debt: Unhook a survivor who unhooked you earlier in the trial. You must unhook them safely).(Desbloqueia a próxima entrada para Aniversário de 8 anos da Claudette).
  • Fight Back: Pallet stun a killer twice within a single trial. (Desbloqueia a próxima entrada para A Entidade)
  • Dark Senses: Completely repair 3 Generators Unknown QuestionMark using the perk Dark Sense within a single trial.
  • Liberator: Unhook 15 Survivors safely
  • Perícia em Botânica: Completely heal 2 Health States of other survivors while using the perk, Botany Knowledge and a med-kit within a single trial. Desbloqueia a próxima entrada para Aniversário de 8 anos da Claudette
  • Enlightened: Blind the killer twice within a single trial. (Desbloqueia a próxima entrada para A Entidade)

Desafios de Assassino[]

  • Agitation Advantage: Hook 2 survivors in the basement within a single trial while using the perk, Agitation. (Desbloqueia a próxima entrada para Sangue, Latão e Cascalho)
  • Reverent: Sacrifice 13 Survivors to the Entity.
  • Manifest Distress: Chase survivors for a total of 90 seconds within a single trial while using the perk, Distressing. (Desbloqueia a próxima entrada para Sangue, Latão e Cascalho)
  • Got You: Interrupt and grab 1 survivor. (Desbloqueia a próxima entrada para Sangue, Latão e Cascalho)
  • Hungry Jaws: Catch survivors within bear traps at least 4 times within a single trial. (Desbloqueia a próxima entrada para Blood, Brass and Grit)

Desafios Gerais[]

  • Golden Age: Earn 20 emblems Gold or better Emblems.
  • Bloody Rewards: Earn 200.000 Bloodpoints Unknown QuestionMark.

Amuleto de Conclusão[]

Ícone Nome Raridade Descrição
RW 002 Visão Profunda Raro Quanto mais você vê, mais aprende.


Nível 3[]

Desafios de Sobrevivente[]

  • Liberator: Unhook 10 Survivors. Must unhook them safely.
  • Last Minute Hero: Safely unhook 1 Survivors after the Endgame Collapse has begun.
  • Hope Is All We Have:Escape 1 trial through the Exit Gate while using the perk Hope Unknown QuestionMark.
  • Blindsided: Blind the Killer 4 times.
  • Decisive Light: Blind the Killer while they are carrying a Survivor 1 time.
  • Locked & Found: Fully deplete 3 keys.
  • Escape Artist: Escape 5 trials.
  • Chilling Escape: Escape a trial without being hooked by the Killer while using the perk Spine Chill Unknown QuestionMark.
  • Life Giver: Heal a total of 10 Health States of any Survivor.
  • All Better!: Completely heal 3 Health States of any Survivor in a single trial.

Desafios de Assassino[]

  • Property Damage: Damage Generators Unknown QuestionMark or destroy a pallet 30 times.
  • Buried Underground: Hook 5 Survivors in the basement.
  • You, Yes You: Hook the Obsession 2 times within a single trial. (Desbloqueia a próxima entrada para A Entidade)
  • Hungry Jaws: Catch a Survivor in a Bear Trap 5 times as Trapper Unknown QuestionMark within in a single trial. (Desbloqueia a próxima entrada para Blood, Brass, and Grit)
  • Monstrous Mayhem: Hook a Survivor in the basement while another Survivor is on a basement hook while using the perk Monstrous Shrine Unknown QuestionMark.
  • Got You: Interrupt and grab 3 Survivors.
  • No Escapes the Endgame: Sacrifice 2 Survivors to the Entity during the Endgame Collapse using the perk Hex: No One Escapes Death Unknown QuestionMark within a single trial.
  • Obsessive: Kill the Obsession 4 times by any means.
  • Unnerving Encounter: Prevent any exit gates being opened while using the perk Unnerving Presence Unknown QuestionMark. (Desbloqueia a próxima entrada para Blood, Brass, and Grit)

Desafios Gerais[]

  • Iridescent Age: Earn 15 emblems of Iridescent quality.

Amuleto de Conclusão[]

Ícone Nome Raridade Descrição
RW 003 Visão Etérea Muito Raro Mais foco para quem vai mais fundo.


Nível 4[]

Desafios de Sobrevivente[]

  • Traga a Luz: Repair a total of 10 Generators Unknown QuestionMark.
  • Isso Está Acontecendo: Get a Great result on 6 Skill Checks Unknown QuestionMark using This is Not Happening within in a single trial.
  • The Last Place You Look: Search 12 Chests Unknown QuestionMark.
  • Dark Senses: Finish repairing 4 Generators Unknown QuestionMark using the perk Dark Sense Unknown QuestionMark within in a single trial.
  • Claudette's Determination: Escape 1 trial as Claudette Morel. (Desbloqueia a próxima entrada para Revelações)
  • Life Giver: Heal a total of 5 Health States of any Survivor.
  • Fight Back: Drop a pallet to stun the Killer 4 times within in a single trial.

Desafios de Assassino[]

  • Bloody Good: Hit a Survivor with your weapon 25 times.
  • Mechanical Obsesssion: Damage the same Generator Unknown QuestionMark 4 times within a single trial.
  • Te Peguei: Interrompa e agarre 2 Sobreviventes.
  • Brutal Breaker: Damage a Generator Unknown QuestionMark or destroy a dropped pallet 8 times using Brutal Strength Unknown QuestionMark within in a single trial.
  • Six Feet Under: Sacrifice 4 Survivors in the basement within in a single trial. (Desbloqueia a próxima entrada para Revelações)
  • Hungry Jaws: Catch a Survivor in a Bear Trap 5 times as Trapper Unknown QuestionMark within in a single trial. (Desbloqueia a próxima entrada para Revelações)
  • Darkly Obsessed: Enganche a Obsessão 10 vezes.
  • Agitated Advantage: Hook 5 Survivors in the basement while using Agitation Unknown QuestionMark within in a single trial.

Desafios Gerais[]

Não há Desafios Gerais para o Livro 1, Nível IV.

Amuleto de Conclusão[]

Ícone Nome Raridade Descrição
RW 004 Visão Áurica Ultrarraro Abra os portões da consciência para obter uma percepção além do comum.
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